Deitado no escuro, sob o céu estrelado, ele contemplava a imensidão do espaço. A brisa morna aquecia seu corpo, balançava os galhos das árvores. A única luz vinha do céu, das estrelas. No céu, a bilhões de quilômetros, as estrelas brilhavam, como almas. As suas vidas, eram o seu brilho, a sua cor. Perdido em pensamentos, ele observava aquela imensidão. Seus olhos fixaram em duas estrelas, azuis. Uma distante da outra; uma, mais pálida que a outra. Naquele momento, ele pensou: A que distância, neste momento, estamos? Aqui, nós brilhamos… | Créditos: APOD Um leve aperto percorreu seu peito. Tentou afastar aquele pensamento, já havia superado aquilo. No entanto, não adiantou. Sua memória trouxe aquelas velhas lembranças… Sua vida, a vida … Continuou a percorrer os olhos por aquela imensidão. Tentando esquecer aqueles pensamentos, observou com mais atenção. Após um tempo, felizmente, seu pensamento esqueceu aquelas lembranças. Sua mente já estava vazia, seu peito, no entanto,...
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